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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Grito da alma

O grito da alma ou "kiai" é a exteriorização de sua energia, a concentração de suas forças mais internas e exteriorização para a superação de barreiras. Essa energia é a canalização do mais íntimo de nosso ser, a essência de nossa força vital que, unida às demais forças, move e coordena tudo no Universo.


Assim como nós temos limitações e características diferentes nossa alma grita de forma diferente ao ser submetida à prova de fogo do cotidiano. A prova de fogo pode vir de várias formas diferentes, seja da dificuldade financeira, problemas familiares, frustração em relação à objetivos pessoais ou mesmo de uma simples farpa que atravesse algum pé desavisado e cada um tem a prova que mere

ce. 

O Universo conspira de forma independente em cada um e é criativo para que aprendamos o ser também. Porém, seu grito sempre será suficiente para superar a criatividade do Universo, essa é a lei. A lei dita que devemos sempre canalizar nossas forças, pensamento e espírito ao máximo, em tudo que fizermos e, ao fazer isso, a improbabilidade torna-se nula e conseguimos ascender cada vez mais em direção ao céu.

Me despeço agora de minha querida faixa vermelha (aka-obi), depois de 4 anos de adversidades, luta, perseverança, garra, superação e hoje a fênix queima com mais ardor das feridas do caminho e sobe, mirando o céu!


Like the legend of the phoenix

All ends with beginnings ♪

terça-feira, 2 de agosto de 2011

ABDL



Bom esse post é mais um comunicado.


Estava concorrendo a um concurso do SCODRFB (Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa do Brasil) com um poema de minha autoria, denominado "Tolerância". Ontem de madrugada vagando pelo site vi o informe dos primeiros membros da ABDL (Academia Brasileira DeMolay de Letras) e adivinha o nome que constava?!?

http://bit.ly/qF0C8n

Só gostaria de agradecer a todos pelo apoio, pela inspiração que a vida me dá mas acima de tudo, pela oportunidade de poder falar sobre algo que amo: a Ordem DeMolay.
Sem mais delongas, o texto:


Tolerância

Ouçam vocês, lá de longe vêm

Meus medos e pavores da vida:

Versos em branco que nada descrevem

Todos juntos em uma folha não lida.


Digo: Oro pelo ser humano.

Viver é um eterno aprendizado,

É observar de perto o engano,

Conviver cada dia com o enganado.


Ignorância corrói a nação

O mal, sempre está a espreitar

Do fraco ele se apodera

Povo forte, não ferirá.


Espero com minhas palavras

Um ideal, a vós inspirar.

Dia após dia, que ele cresça,

Vencer só se pode, se lutar.


Virtudes de nossa Ordem imponente,

Áureas por seu valor transcendente,

Em um coração ardente,

Mente e corpo a batalhar!


Brasão forjado na nobreza,

Heróico, tamanha é sua destreza,

No esplendor de sua beleza,

Peito reluzente de um DeMolay!


Irmãos, situados no Leste,

Sigamos rumo ao nosso Oeste,

Em meio dessa prova em teste,

Frente aos problemas de continuar...


Com Fé façamos valer!

Nossa lição máxima de viver,

Tolerância teremos de ter,

Presente como nossa lei.


E assim desejo,

Unidos num só ideal,

Eternamente em meu plano,


Superaremos, eu almejo,

Esse problema banal,

Defeito do ser humano!


Unindo as palavras em negrito de cada verso e organizando desta maneira, teremos outro poema, complementando o sentido do primeiro:


Ouçam meus versos todos

Digo: viver é conviver

Ignorância, o mal do povo

Espero um dia vencer.

Virtudes áureas em mente

Brasão heróico no peito

Irmãos, sigamos em frente,

Com nossa Tolerância presente,

E unidos eternamente

Superaremos esse defeito.


(Paulo Gustavo Castelani – Cap. Umuarama nº 133 da Ordem DeMolay / PR)


~A todos, meu "muito obrigado" e boa semana! :D

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Déjà vu


A sensação de ter passado pelo mesmo antes. Mesmo frio, mesmo lugar, mesmo sentimento no peito.

Wikipediando: "Essa sensação se dá por conta que uma memória ou uma simples lembrança de algo que aconteceu rapidamente, fique armazenada em sua memória de longo prazo, sem passar pela memória imediata, ou seja, você guardou uma lembrança de algo, que você "não presenciou", ao presenciar novamente você tem a estranha sensação de já ter vivenciado aquele fato."

Podem ser bons ou ruins. Absolutamente, hoje foi bom. O que sinto hoje, é ruim. Não tento esquecer o tempo, o tempo é bom, nós temos que aprender com ele. Não me arrependo de nada que fiz, de nenhum de meus amores, guardo com carinho as lembranças e continuo seguindo em frente, sem abaixar a cabeça quando alguém me sobrepõe um olhar. E assim eu deveria me sentir alegre, vivo, certo? Errado. Eu idealizo demais, me lanço em um futuro distante, onde carros flutuam sobre nuvens, deslizando em um balé pelo céu. A realidade, o ato de "botar os pés no chão", entretanto, é tão complexo, tão diferente de como penso que normalmente meus joelhos se esfacelam toda vez em que o Presente me chama.

Eu sou um ser apaixonado, amo o que faço, amo meus versos, amo ideais, amo virtudes, amo minha vida, amo, amo amo am a...
Mas amor nos dias de hoje -aquele dos contos de fadas, de cavaleiros reluzentes, princesas em perigo, finais felizes- é metaforizado em carne. Nunca fui poeta da carne, nunca almejei o ter posse, o agarrar, o abocanhar, deixo isso aos cães! Sempre idealizei o amor, sempre senti o máximo que esse amor poderia me fornecer, mas Deus, como é difícil amar!

Mudar é preciso, conviver é necessário, mas amar, é obrigatório.

Amor ao próximo, amor aos pais, amor à pátria, amor à vida, amor à virtudes, amor.
Mas quando deixamos de amar, deixamos de crer. E às vezes o problema não é deixar de amar, mas deixar de confiar, de acreditar, de viver. Assim, átomos se dividem, continentes viram ilhas, Galáxias se afastam no vasto infinito do Universo.

Amar: verbo transitivo direto!
Perdoem-me os linguistas e gramáticos, correção:
Amar: verbo intransitivo!

Tudo bem que a sociedade hoje banaliza e parece sempre reafirmar o comportamento brutal do homem. Seres do Paleolítico, desprovidos de qualquer sensibilidade, rústicos, lascando pedras à vontade alheia!
Eu não puxo mulheres pelos cabelos, não rasgo carne crua com os dentes, não caço. E assim, como um homem que tem conciência que sabe (homo sapiens sapiens) eu continuo a AMAR.

~Perdão caros símios, mas doze mil anos nos separam.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Relógio


Um DeMolay literal é aquele que segue sua vida às virtudes consagradas: Amor filial, Reverência pelas coisas sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo. Será que em nosso dia-a-dia as cumprimos? Será que, por um breve momento que seja, nós não as desmerecemos inconscientemente?

Amor filial, o afável amor entre pais e filhos, parafraseando o Decálogo: “Honrar pai e mãe”, em dias que os pais (antes vistos como sábios) são taxados de ultrapassados... Ter reverência por algo sagrado é, ao mesmo tempo, ter respeito e fé conciliados e, rodeados de fanatismo, incredulidade e extremismo religioso, cada vez se torna mais complicado ponderarmos preceitos... Cortesia é algo em falta, já que vivemos em uma sociedade individualista, onde a única coisa importante é o seu próprio bem estar... Companheirismo então, talvez a virtude mais importante da Ordem DeMolay, é deixada de lado e amizades se esfarelam... Fidelidade, em um mundo de tentações, de falta de compromisso, vidas duplas... Pureza rodeada por valores tortos, idéias distorcidas... E o Patriotismo, onde se observa diariamente corrupção, nepotismo e indigência parlamentar.

Agora nos sobra a pergunta: É fácil ser um DeMolay?

A resposta nos é mais do que clara: NÃO!

Um DeMolay nos dias atuais tem que ser forte, firme em suas decisões, lapidar ideais de liderança, perseverança e atitude. Para isso, devemos sempre estar abertos a sugestões, críticas, trocas de experiência, devemos também manter um vínculo forte entre Irmãos, para que possamos nos focar em tais ideais e aplicá-los em nossa vida, seja em casa, no trabalho, na escola, ou mesmo na rua ao caminhar.

A relação da Ordem com o DeMolay é como o funcionamento de um relógio de pulso analógico. Podemos dar corda nele o quanto quisermos, mas, se uma mínima engrenagem se desprender, o sistema inteiro não irá funcionar. Ser um DeMolay. Uma meta simples, porém tão difícil de ser alcançada. Além das colunas, está cada dia mais árdua a missão de honrar a Ordem em que tantos jovens adentram e em um mundo onde paus e pedras quebram ossos e palavras estraçalham o espírito, temos de ser fortes em nossos ideais, às virtudes consagradas em nosso peito. Pois nós DeMolays somos essas engrenagens e cada um, cada cargo, é importante para os ponteiros da caminhada da vida girarem.

(Paulo Gustavo Castelani)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Força

Me sentindo um lixo.

Não sei, um sentimento que corrói, de impotência, de desespero, incerteza, me sentindo um imprestável, sabe, um aposto da sociedade. Não sei se posso cumprir o que confiam a mim, afinal eu não passo de um moleque que completará 18, que por sinal, tenderá a ser o aniversário mais triste que já tive. Amigos indo embora, e eu aqui, cumprindo meu papel como "tiozão de cursinho" em mais um ano em que, cada progresso que eu tivesse seria um passo em rumo à solução dos meus problemas, mas não, continuo aqui preso na 'História', em 'Artes', 'Sociologia', 'Filosofia' e todas as "-ias" da vida escolar. Não que eu não goste dessas matérias, mas acontece que todos à minha volta estão no 'Cálculo', 'Ciência e Engenharia dos Materiais' e 'Geometria Analítica'. Vêem a diferença?
Eu poderia muito bem estar aprendendo, me tornando um profissional, ajudando com as despesas da família, pagando um seguro de saúde decente, pagando um médico capacitado, comprando um carro melhor, mas que não engasgue a cada esquina. Tô cansado, de tudo isso que passo.
Mas o que me impulsiona de verdade é saber que existem pessoas que me querem fazer o bem, que me apoiam, se importam comigo, me ajudam a levantar do foço e a ver o quão abençoado eu sou, porque eu poderia estar bebendo água de torneiras de casas alheias, comendo por bondade de donos de restaurantes os restos do serviço deles ou mesmo estendendo uma toalha no chão com um pedaço de espuma e chamando de "lar".
Obrigado Deus, por tudo que tem feito na minha vida e eu sei que nada acontece por acaso. Só tem me dado bençãos em cada um de meus passos, mesmo que às vezes esses passos mais se pareçam com tropeços, mas ninguém tropeça para trás quando se caminha para frente.
Eu sei que não tenho sido o melhor dos filhos, pois machuquei pessoas amadas, feri gente inocente e bombardeei palavras pífias. Mas eu me arrependo amargamente do todo. Acredito que Dias Melhores virão e que, cedo ou tarde as alegrias retornarão.


Certa vez ouvi um provérbio em que um imperador chinês poderosíssimo estava a caminhar em seu reino e ao ver sua imensidão extendida aos horizontes decidiu pedir ajuda a um sábio para ser um governante mais justo, melhor. Assim, um sábio chega ao palácio e apresenta um livro, de capa opaca, muito fino, quase sem páginas e disse ao imperador: "Em tempos de crise, lerás a primeira página e, em tempos de prosperidade, a segunda." -sumindo na vastidão do império.
Assim, estranhando, o imperador pegou o livro e guardou-o.
Pouco mais de alguns meses, o imperador estava sofrendo pressões da população pois os rios secaram, seu gado morreu e a peste assolava a cidade, assim decidiu seguir o conselho do sábio e lá dizia: "Em tempos de crise, tenha calma, isso vai passar!". Assim um sorriso brotou em seu rosto e não deu outra. Seu reino prosperava como nunca em pouco tempo. Seu primogênito iria se casar com a filha de um imperador próximo e logo seu reino iria se expandir, a população se fartava com o trigo das lavouras e seus cofres explodiam de ouro. Assim, mais uma vez, recorreu ao conselho do sábio que dizia na outra página: "Em tempos de prosperidade, calma, isso vai passar!".

E assim devemos agir mediante à vida.

~Não vou perder minha fé, não agora. Eu sei que em Deus tudo é possível e ele tem o que é meu e reservado. Pode não ser neste momento, mas eu sei que ele providenciará.



Sigo por Ti ♥

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Better



-Reflexão de vida-

O que é viver senão o 'con' viver? Sem as pessoas não seríamos nada, já dizia Augusto Comte, pai positivista e sociólogo nato. Nós aqui, reres existência terrena, não temos nada nessa vida além dos sentimentos, de nossas plenas emoções. Emoções essas seriam em vão se não fôssemos uma raça coletiva, preocupada com o parecer do outro, com as decisões alheias e com o sentimento de partilhar. A plenitude da vida está nesses momentos, portanto. A mesma é repleta de altos e baixos, mas tenham certeza de que um ombro amigo sempre estará ao seu lado, para dar apoio, sustentar na tempestade ou mesmo quando uma simples brisa te derrubaria. Valorize as amizades, pois elas são eternas enquanto duram e, acima de tudo caros seres humanos, valorizem o amor!



Abraço


A felicidade nesta vida

se encontraria no apaixonar,
no recostar em sua querida
e simplismente viver de amar!


E tudo assim, perfeito seria
nossos medos, não relembrar
se não fosse a eterna sangria
dos fantasmas a assombrar

Em mim, eu já vi.
Muito mesmo, sofri.

E assim eu aprendi
a sempre andar um passo atrás

Pra mim é muito duro
dar um passo no escuro

confiando que o futuro

me mostraria ser bem sagaz

E hoje vivo meu presente
com um sorriso em meus dentes.
E eu sei que a minha mente

com você pode descansar!

E que assim o meu viver

em vão não irá ser
e não irei tanto sofrer
se em teus braços eu repousar!

~2 semanas! ♥ -it's always better when we're together!